ALAP | Associação Latino-Americana de Publicidade

SOBRE A ALAP

A ALAP – Associação Latino-americana de Publicidade é uma entidade sem fins lucrativos que congrega agências de Comunicação, Digital e de Design; e Comunicadores com atuação em países da América Latina e nações de lingua portuguesa e espanhola.
Esta associação tem por finalidade o desenvolvimento, a profissionalização e intercâmbio de informações e experiências do mercado da indústria da publicidade latino-americana.

SÃO OBJETIVOS

  • Associar agências de Comunicação, Digital e de Design; e Comunicadores.
  • Promover Seminários, Fórum, Congressos, Convenções, Jornadas, Workshops, Exposições, Feiras, Eventos Artísticos e Esportivos e Culturais;
  • Implantar e desenvolver um sistema de Certificação de Depósito de comprovação da anterioridade da ideia publicitária de pessoas físicas e jurídicas, através do seu projeto BANCOMARK – Banco de Comunicação e Marketing;
  • Divulgar e propugnar a integração latino-americana da atividade publicitária;
  • Desenvolver esforços pela compatibilização de Leis, Códigos de ética, Normas-Padrão e de Autorregulamentação;
  • Manter troca de informações com entidades congêneres e de profissionais da América Latina e de países de idiomas português e espanhol; Recomendar a utilização de uma Tabela de Preços Referenciais dos Serviços Internos das Agências de Publicidade;
  • Cooperar com o Poder Público e Autoridades de cada pa´s em assuntos de interesse educativo, técnico e profissional.

 

Últimas Notícias

ENCONTRO DO BEM – ROTARY CLUB PORTO ALEGRE BEIRA RIO HOMENAGEOU ERNESTO FAGUNDES

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No dia 12 de dezembro de 2017 ao meio-dia, aconteceu no Chalé da Praça XV, lugar histórico da capital gaúcha, o Encontro do Bem, idealização da ALAP – Associação Latino-Americana de Publicidade, entidade de defesa de direitos sociais voltada à arte, à cultura e à liberdade de imprensa que tem o apoio de entidades Médicas, Jurídicas, Rotary, Laions, de propaganda e de imprensa (ABAP, FENAPRO, SINAPRO-RS, ARI, AGERT, SINDIRADIO, ANER, ANJ e ABERT).

Vemos na foto João Firme, secretário-geral administrador da ALAP e rotariano; Rosane Maria Bortolini, advogada e presidente do Rotary Beira Rio; Ernesto Fagundes, artista gaúcho ligado à cultura e à arte que maravilhou os presentes com seu canto ORIGENS, primeiro passo para a integração latino-americana e lançou um concurso de fotos de gaúchos de boina com o prêmio Galo de Gramado Paris e a entrega do troféu que aparece na mesa, à melhor fotografia na 2ª Edição Extra do Festival de Gramado em Paris ou no 3º Congresso Latino-Americano de Publicidade de Gramado de 24 a 25 de outubro de 2018 ,o Ano do Bem.

Ao lado do Ernesto Fagundes estão: João Torres, governador do Rotary, distrito 468; Agenor Casaril, rotariano e representante do Ministério Público do RS e o ex-governador, Tyrone Michelin. O evento promoveu a dedução dos incentivos fiscais de 1% do imposto de renda para o fundo municipal da criança e de 6% de ICMS de 2017 para as entidades devidamente registradas e recomendadas pelo Ministério Público. A renda obtida com o almoço no Encontro do Bem foi revertida para a Casa do Artista a pedido de Ernesto Fagundes, que solicitou o auxílio do Rotary e do Ministério Público para darem melhor qualidade de vida para os artistas velhinhos e abandonados .

O próximo Encontro do Bem será marcado pelo otimismo, a Paz (causa do Rotary) e o amor em 2018, o Ano do Bem decretado pela ALAP. O evento ocorrerá no dia 2 de janeiro ao meio-dia no mesmo local (Chalé da Praça XV) em benefício do Asilo Padre Cacique e será marcado com a confraternização de comunicadores de agências de propaganda e de veículos de comunicação como Tulio Milman, que está voltando dos EUA onde está estudando e reassumirá suas funções do bem na Casa Menino Jesus de Praga, onde é vice-presidente, e no Padre Cacique como arauto da entidade que por muitos anos foi dirigida pelo seu notável pai.

FOTO: Marco Maciel (jornalista da ALAP).

PROPAGANDA ABRIU A IGREJA DE HAVANA NO NATAL

*João Firme

Em 1992, fui inaugurar um capítulo da ALAP em Cuba, que ficou com a agência estatal Publicitur, que tinha filial em São Paulo para vender turismo, principalmente em Varadero, pérola das águas do Caribe. No dia 24 de dezembro, participei de um Congresso de Publicidade no hotel Nacional e, na minha intervenção no painel com um argentino e um espanhol, declarei que, quando estudava propaganda em Porto Alegre na Famecos, me inscrevi para cortar cana nas férias de janeiro e fevereiro em Cuba, mas não consegui pelo mar de estudantes que se apresentou.

Finalizei que vinha de um país fantástico com liberdade de imprensa, mas com problemas terríveis de crianças e adultos morrendo de fome e frio nas ruas, fatos que não vi neste país, pois nas ruas falava com pessoas com esperança de dias melhores. Fui aplaudido de pé demoradamente por cerca de 800 participantes de inúmeros países latinos. O jornal Grama e a televisão oficial me chamaram para entrevistas, ignorando outros colegas conferencistas da Argentina e Espanha.

No Natal, visitei a agência Publicitur pela manhã e entreguei presentes (sabonetes, cremes dentais e quatro pares de tênis) para a diretoria composta por quatro publicitários com duas universidades cada um, e na conversação enfatizei que no meu país se comemora o Natal, é dia de presentes e cristãos oram nas igrejas para Deus dar a paz e o amor. Argumentei que o único sentimento que levava da ilha do vovô Fidel era não poder rezar na Catedral de Havana para terminar os embargos às importações e deixar seu povo viver sua cultura. Convidado para almoçar no Emiguai, o restaurante mais visitado pelos intelectuais, recebi a notícia que a Igreja estaria aberta após o almoço por meia hora para orar por Cuba e pelo Brasil.

Quando me deixaram no hotel, me avisaram que às 20h teria uma “cena” especial no restaurante francês “Bonaparte do Nacional”. Ao entrar, vimos uma decoração verde e amarela e médicos, biólogos, engenheiros, químicos, físicos, advogados, publicitários e jornalistas das agências, todos vestidos com camisetas com a bandeira da minha idolatrada pátria. O jantar à luz de velas no fino hotel foi abrilhantado pelo conjunto Los Panchos, que entre as músicas interpretou: “Tico-Tico no Fubá”, “Amélia”, “Felicidades”, “Nervos de Aço” (as duas últimas de Lupicínio Rodrigues) e “Jacaré” do Paixão Cortes. Um conjunto de cordas com várias músicas latinas terminou a inesquecível ”ceia de natal” com “Noite Feliz” e “Aquarela do Brasil”. A minha mulher Eloah, que me aguenta há 52 anos, chorou muito abraçada comigo e os doutores cubanos.

       *Jornalista e Publicitário

PROPAGANDA PREMIADA DE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

*João Firme

Louvável a iniciativa da primeira-dama do RS, senhora Maria Helena Sartori, de contratar uma agência de propaganda para idealizar um concurso de trabalhos voltados à prevenção da violência ou ao “bulling” nos colégios.

Este tema da cultura faz parte do Prêmio de Criatividade Profissional e Estudantil da 2ª Edição Extra do Festival de Gramado em Paris, dia 29 de maio de 2018, na Embaixada do Brasil. A melhor peça publicitária dessa área receberá o cobiçado Galo de Gramado Paris.

Lembro de meu pai, criado por família alemã de Panambi,RS, onde trabalhou na “roça” até conseguir emprego de “tuco” na Viação Férrea, e da mamãe, que contava que fui salvo por leite de mãe preta. Ela dizia que eu deveria rezar sempre para Nossa Senhora Aparecida, que a  ajudou em sua fé a minha sobrevivência e convivência como “guri”, com deficientes visuais e altistas descendentes de nações de Chopin, São Francisco de Assis e do Paizinho Russo no colégio Visconde de Rio Branco de Santa Rosa de Lima.

Com a triste 2ª Guerra Mundial se instalou a violência com a caça às “bruxas” principalmente aos coleguinhas germânicos e italianinhos, e muitas vezes ” peleava”e apanhava por eles, ao ponto de um dia ter chegado em casa com hematomas e meu pai se armou e foi ao colégio se oferecer para exercer a guarda voluntária.

Parabéns grande senhora Maria Helena Sartori pela feliz iniciativa.

Acreditemos no Brasil.

Pela Pátria, morremos na esperança.

      * Publicitário e Jornalista