ALAP | Associação Latino-Americana de Publicidade

SOBRE LA ALAP

La ALAP – Asociación de Publicidad de América Latina es una organización sin fines de lucro que reúne a agencias de comunicación, y Diseño Digital; y Comunicaciones, con operaciones en América Latina y las naciones de lengua portuguesa y española.
Esta asociación tiene como objetivo el desarrollo, la profesionalización y el intercambio de información y experiencias del mercado de la industria de publicidad latinoamericana.

SON OBJETIVOS

  • Agencias de comunicación asociados y Diseño Digital; y Comunicaciones.
  • Promover Seminarios, Foros, Congresos, Convenciones, Conferencias, Talleres, Exposiciones, Ferias, Eventos y Deportes Artísticas y Culturales;
  • Implementar y desarrollar un sistema de prueba de certificación de depósito de la idea de la publicidad previa de personas físicas y jurídicas a través de su proyecto BANCOMARK – Banco de Comunicaciones y Mercadeo;
  • Difundir y defender la integración latinoamericana de la actividad de la publicidad;
  • Los esfuerzos de las leyes de cumplimiento, códigos éticos, normas-Standard y la autorregulación;
  • Mantener el intercambio de información con organizaciones similares y profesionales procedentes de América Latina y los países de portugués y español; Recomienda el uso de un punto de referencia Lista de precios Servicios internos de las agencias de publicidad;
  • Cooperar con el Gobierno y las autoridades de cada uno de pa en temas de interés educativo, técnica y profesional.

Últimas Notícias

AL GORE CONVIDADO PELA ALAP PARA RECEBER TROFÉU AMAZÔNIA

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Um grande ativista das causas ambientais, Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, será homenageado com o Troféu Amazônia, oferecido pela ALAP (Associação Latino-Americana de Publicidade) na Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado, em Paris, no próximo dia 21 de setembro, na Embaixada do Brasil. O ecologista norte-americano também receberá o Galo de Gramado-Paris.

Al Gore foi vice do governo Bill Clinton (1993-2001), ganhou um Oscar em 2006 por seu documentário “Uma Verdade Inconveniente” em que debateu o aquecimento global, além de receber em 2007 o Prêmio Nobel da Paz pelo seu combate às alterações climáticas prejudiciais ao planeta.

Esta láurea levará o nome “Amazônia Al Gore” para as agências que ganharem o Grand Prix nas mídias gráfica e eletrônica sobre o tema Meio-Ambiente (Sustentabilidade Ambiental), que premiará peças de propaganda criativas da água, fauna, flora, clima, terra e ecologia. Os premiados receberão os troféus em Porto Alegre no 3º Congresso Latino-Americano de Publicidade, programado para os dias 24 e 25 de outubro, com os contemplados reapresentados no dia 26 em Gramado. As inscrições para estes prêmios vão de 1º de março a 10 de setembro, pelo site www.festivalgramado.com.br, sendo parte da renda revertida para o Instituto Ver (www.institutover.org.br). O valor da inscrição será de R$ 400,00 por peça.

Durante o Festival, acontecerá a premiação “Não deixe morrer meu rio”, em que fotografias de rios gaúchos do Mercosul podem concorrer, com a inscrição gratuita de até três fotos por participante. As imagens dos rios podem ser enviadas para o e-mail icf@tarca.com.br até 30 de maio. O vencedor da melhor foto receberá o Troféu José Lutzenberger, prêmio que homenageia o grande ambientalista gaúcho.

O evento é administrado pela ALAP, entidade sem fins lucrativos de defesa de direitos sociais, ligada à Cultura, à Arte e à Liberdade de Imprensa.

ENTREVISTA DE JOÃO FIRME PARA RÁDIO GAÚCHA – 14/1/2018

No domingo pela manhã, dia 14 de janeiro de 2018, João Firme participou mais uma vez do programa “Galpão do Nativismo”, comandado por Dorotéio Fagundes na Rádio Gaúcha. Confira um trecho da entrevista do secretário-geral da ALAP, que comentou sobre os preparativos para a Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado em Paris, programado para o próximo dia 21 de setembro na capital francesa, além de mencionar o cineasta Anselmo Martini, que procurou a ALAP para intermediar as conversas com as Secretarias de Turismo de Gramado e Canela a fim de realizar a filmagem de uma comédia romântica com artistas americanos nas referidas cidades em março de 2019, com recursos internacionais. João Firme ainda fala sobre o concurso de fotografias “Não deixe morrer meu rio”. Saiba como participar no final do áudio.

FRANCISCO, O PAPA DA PROPAGANDA

*João Firme

Este CASE é o meu grande relicário. No tempo da rádio Difusora, que se tornou Bandeirantes na década de 90, vendi o patrocínio da novela “Os Muckers” que tinha como figura central uma mulher guerreira chamada Jacobina, que vivia no morro do Ferrabraz (próximo a Campo Bom e Sapiranga) e, por ter a vida parecida como a de Maria Madalena, se dizia que sua criança no ventre era filho de Satanás e uma seita a matou quando nasceu, segundo conta Luiz Coronel, publicitário, escritor e poeta.

Vivi na novela como radioator o papel do Papa que queria a Paz e contra qualquer tipo de interrupção da vida. Ao ler o script, no ensaio, reclamei do autor, advogado Fávaro, que o Papa não tinha nome e sugeri que se chamasse Francisco em homenagem ao meu pai, que nasceu no dia 4 de outubro e eu era devoto de São Francisco de Assis e quando criança cuidava do gato, cachorro, vaca de leite, cavalo para entrega de mercadorias, quatro porquinhos e uma junta de bois para lavrar a terra e plantar mandioca e milho. O diretor da novela aceitou a sugestão e fiquei conhecido na época por Francisco e me orgulho disso.

Mais tarde, usando minha carteira de jornalista internacional, programei uma viagem a Roma, saindo de Paris no trem noturno, passando por locais maravilhosos como a Torre de Pisa, obra de engenharia, que inclinada se mantém vencendo as intempéries do tempo. Contando minha história de radioator, agendei como o setor de comunicação da Santa Sé uma audiência para receber uma bênção de Karol Józef Wojtyła, o Papa João Paulo II, que em Porto Alegre repetia o refrão do povo na Catedral: “O Papa é Gaúcho.”

A audiência era na quarta-feira, o dia em que o Papa receberia o povo e meu lugar era na frente. Mas, por volta das 10h30min da terça-feira, 11 de setembro de 2001, estava no hotel com minha mulher e a jornalista Andressa Martins, que possuía máquina fotográfica e câmera para filmagem, quando explodiu a tragédia das Torres de Nova York, uma comoção mundial. Na quarta-feira, foi mudado o programa Papal e proibido cantos e aplausos, pois todos tinham que orar pela Paz mundial e chorei como muitos ao ouvir o Santo Padre Polonês. Frustrado por não ter podido receber a bênção especial, fui conhecer a cidade de São Francisco de Assis e voltei com mais entusiasmo para fazer o bem com bons modos na sociedade, filosofia franciscana.

*Publicitário e Jornalista