ALAP | Associação Latino-Americana de Publicidade

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DISCURSO DE WILLY HAAS FILHO DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO NO DIA 7/6/2017

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O 21º Festival Mundial de Publicidade de Gramado mostrou a que veio: casa cheia, muito debate e um nível de palestrantes de dar inveja. Realizado de 7 a 9  de junho de 2017, teve como pano de fundo o tema “Nunca a diferença fez tanta diferença” O presidente do evento foi Sérgio Gordilho, presidente da CEO e co-presidente da agência África. O patrono foi Carlos Henrique Schroeder, diretor-geral da Rede Globo. Como presidente do júri, Hugo Rodrigues, CEO da Publicis Brasil.

Além de toda a ampla programação, o evento foi marcado pelo Galo de Gramado, agora reconhecido como patrimônio histórico e cultural de Gramado, “um prêmio oficial enquadrado na lei da cultura e da arte”, como diz João Firme com muito orgulho.

A premiação aos profissionais também teve um momento muito especial.

Veio pela fala de Willy Hass, diretor-geral da Rede Globo, ao receber o título de Cidadão Latino-Americano das Comunicações, pela ALAP. Ele surpreendeu a plateia, inicialmente reproduzindo um provérbio secular de Lawrence Sterne, escritor inglês 1713- 1768:

“Fala-se em perseverança quando é por uma boa causa, e em obstinação quando é por uma ruim”. Em seguida, ele continuou:

“Não é bem assim! Perseverança e obstinação impulsionam grandes causas e grandes realizações. Pessoas perseverantes e obstinadas são, por isso mesmo, invejadas, admiradas e raras. O Festival Mundial de Publicidade de Gramado teve sua primeira edição em 1975. Acredito que nenhum de nós tem a exata noção das dificuldades enfrentadas para que se chegasse à 21ª edição.

Dito isto, ao agradecer à ALAP o título de Cidadão Latino-Americano das Comunicações, peço licença para dedicá-lo a um profissional incansável, perseverante e obstinado.

Um homem que não esmoreceu diante do pessimismo das crises econômicas e políticas, nem diante das barreiras culturais e empecilhos burocráticos da América Latina.

Em nome de todos vocês e na certeza de estar interpretando o desejo do nosso mercado, dedico este título a João Firme, fundador do Festival Mundial de Gramado, a quem peço uma salva de palmas. Parabéns João Firme. Muito obrigado”.

PARIS SAN GERMAN NA HISTÓRIA DA PROPAGANDA

*João Firme

Em maio de 98, promovemos em Gramado, com a parceria  da Gerdau, a 1ª Convenção Mundial de Produtividade e Qualidade Total, objetivando preparar as agências de propaganda para a conquista da Certificação ISO 9000. O evento teve o conteúdo de  Alain Cayzac, presidente do Paris Saint Germain, da EURO/RSCG e da Associação das Agências de Comunicação e Comunicadores-AACC.

O Festival de Publicidade de Gramado que em 1975 começamos a divulgar por Paris nos possibilitou a cair nas graças dos franceses porque tivemos colegas de curso na Voice of América em Washington em 1965 e quis o destino que caísse nas graças do  Cayzac para   participar de um “petit” seminário das Normas ISO 9000 que nos foram apresentadas numa noite de gala de Bil Gates no Bateau Mouche, ancorado próxima a  Torre Eifel.

No encerramento me apresentaram como o único estrangeiro presente e ouvi emocionado que a AACC havia escolhido a ALAP como entidade precursora da Certificação ISO na América Latina.

Me entregaram um programa pronto com 5 palestrantes internacionais experts em ISSO,sem custos para a ALAP.

Na época era Juiz Classista do TRT, chamei a Eliana da Capacitá e ela me ajudou mais uma vez reunindo os colegas da Gaúcha, Guaíba e Band numa confraternização do Bem no Praia de Belas e acertamos uma coletiva na qual  o Rech da Guaíba argüiu o Cayzak para que ele visitasse a Dupla Grenal e informasse para quem daria o prêmio de melhor marketing e se poderia acontecer um jogo em POA.  Risonho disse que visitaria comigo o Inter e o Grêmio, depois eu devia ir a cidade luz e traria os resultados. Voltei, novo almoço e informei. Marketing ISO : Internacional.  Jogar em Porto Alegre com renda para entidade social seria o caminho.

 

 

*Publicitário, Jornalista e Advogado

O RÁDIO, O EXÉRCITO E GETÚLIO VARGAS NA MINHA HISTÓRIA

*João Firme

Dia 24 de agosto é um dia de marca para nós há 53 anos.

Estávamos presentes como único repórter no Aeroporto de São Borja, recebendo  respeitosamente o corpo do estadista Getulio Vargas e entrevistamos  Oswaldo Aranha, Tancredo Neves, João Goulart, Ernesto Dorneles, Leonel Brizola e inúmeras autoridades do seu estado maior.

Na condição de gerente da Rádio Santiago conseguimos no esplendor da nossa juventude convencer o general Djalma Bayna, general da 1ª Divisão de Cavalaria de Santiago a liberação de uma emissora portátil RD 400 que transmitia e recebia mensagens em ondas tropicais e curtas entre as unidades militares. Entendíamos desse serviço por termos cursado comunicações na Cia Média de Manutenção  na cidade das Ruínas de São Miguel, gerar audiência e propaganda,e  inventamos o

convite para as cerimônias fúnebres com centenas de mensagens fora da transmissão naturalmente.

Ficamos sabendo que a freqüência para outras Rádios no país tinha sido liberada pelo Exército.

Nossa ousadia de repórter se tornou no maior Preito ao insigne Getulio Vargas que se saiu da vida para entrar na história.
*Publicitário – Jornalista – Advogado

 LEIS DA PROPAGANDA, DA CULTURA E ARTE SÃO O NORTE DA ALAP

A propaganda surgiu como braço  informativo do sistema econômico em que se inseria. Antes do final do século XIX,a mídia impressa veiculava anúncios  que, na maioria dos casos, consistiam em texto puro, mas datam  já desta época as primeiras ilustrações de produtos aceitos pela  sociedade. O anúncio nasceu,assim,da incorporação de diferentes manifestações culturais: da literatura e do jornalismo.absorveu o texto, do desenho e da pintura,trouxe as ilustrações – dando origem a algo diverso e novo nas artes plásticas  e em muitas outras áreas da expressão humana.

A chegada do Rádio nas décadas de 20 e 30, traz grande impacto ao desenvolvimento da sociedade,dando-lhe gradualmente,formato próprio pela inclusão do som e da música. O “reclame é substituído pelas peças fotográficas e hoje digitalizadas. Se com a chegada do Rádio, foi dada voz às mensagens publicitárias, com o nascimento da TV a ela foi dada imagem em movimento.

O Brasil tem demonstrado que pode produzir publicidade com características culturais próprias, capaz de ser confrontada com produtos de outras nações.inclusive para o Ocidente industrializado.  Por isso é freqüentemente apresentado como um país que lutou contra a intrusão cultural e ganhou a batalha.  De fato  há evidências de que este parece ser o caso. Sustentação para tal é fornecida pelas premiações obtidas,no exterior. Com o objetivo de dimensionar a publicidade como manifestação cultural foi promovido em novembro de 2002 pela Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade(Alap) e a Faculdade dos Meios de Comunicação  Social da Pucrs, o seminário “A Cultura como Fundamento da Publicidade”.

Este seminário foi aprovado em setembro do mesmo de 2002 pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura,através da Secretaria do  Audiovisual do Ministério da Cultura,possibilitando a utilização pela primeira vez num evento publicitário, dos incentivos da Lei Rouanet para a realização para a realização do 14º Festival Mundial de Publicidade de Gramado realizado de 11 a 13 de junho 2003 sob o tema “Criatividade Vale Ouro”.

E reconhecido assim a propaganda como um balizador da cultura premiando a ALAP como entidade de defesa de direitos sociais ligadas à cultura e arte, oficializando seu prêmio Galo de Gramado para a propaganda  e Festival de Gramado como evento de comunicação  de referência nacional pelo Itamaraty.

Que me chamem de escritor de bairro assim como disseram para outros que foram para a Academia de Letras mas os que não entenderem a importância da Legislação Publicitária, e da Cultura e da Arte  lhes responderei com um Aqui Farroupilha de Paixão Cortes e Érico Veríssimo que se consagraram como escritores e redatores de propaganda.

*João Firme
Publicitário,Jornalista e Advogado

O QUE MUDA NO FESTIVAL DE GRAMADO DE 2018 COM EDIÇÃO EXTRA EM PORTO ALEGRE

O Festival Mundial de Publicidade que chegou ao pico de 7 mil participantes em 2007 foi diminuindo nos anos seguintes pela entrada da internet com seus aplicativos que permitem aos jovens antecipar o futuro.

Vaticinamos este ano de 7 a 9 de junho um empreendimento para 1.500 e na projeção julioverniana  erramos, pois deu  acima de 2.ooo e nervosos  pelo pouco patrocínio nos atiramos a fera do déficit que acontece até quando o Festival de Gramado cresce demais.

De tudo o que vimos dos jovens da geração Y é a falta de conhecimento, cultura e pouca disposição para a arte.

Descobrimos que os inscritos como participantes nos paralelos de entidades assistem os Workshops e dispensam  os demais assim como as palestras no plenário, preferindo o “tour”, fandango, trago e mulher.

Dentro do que pensamos tivemos um depoimento espetacular do diretor da Câmara Brasil Alemanha, Valmor Kerber, no dia 4 último, no auditório da Prefeitura de Gramado no evento preparatório às Edições Extras de 2018 em Berlim, Washington e Nova Dehli. Ele disse: – Acabaram os grandes eventos. Os empresários que investiram em pavilhões para feiras e congressos vão ter espaços ociosos durante o ano e dificilmente sobreviverão.  – A indústria hoteleira e de viagens terão que se adequar às mudanças  que acontecerão ainda nesta década.

As entidades públicas e privadas estão se organizando para terem eventos da categoria sem cobrança de locação e com toda infraestrutura.

As baladas vão cair para a felicidade da sociedade, pois estas  que eram  para divertimento da juventude se tornaram antro de vícios e por isso  estão sendo  olhadas pela Receita e Polícia Federal seguindo as novas leis e instruções normativas, depois da tragédia de Santa Maria e outras no universo.

E concluiu Valmor Kerber com uma séria advertência: “O RS que tem um PIB menor do que SC e deve seguir o exemplo do estado gaúcho-alemão, a união que faz a força entre empresários e políticos sem cor na hora de divulgar os produtos e serviços para o mundo”.

Esclarecemos que o Festival de Gramado (teve tombado somente o Galo), prossegue  no formato que a organização entender com o pagamento de inscrições nas peças profissionais e nos ingressos para o seminário desde uma vez que não contenha política ou religião nos conteúdos pois estes são proibidos por lei e estatutariamente para fins de registro Cartório de Pessoas Jurídicas.

Novidades para 2018 comemoradas em Porto Alegre, 40 anos do Sindicato das Agências de Propaganda RS no dia 25 de outubro no Plaza São Rafael que dá o salão de festas onde ocorreu a posse da primeira do SINAPRO-RS : 3º Congresso Latino-Americano de Publicidade, 6º Fórum Mundial de Comunicação  Social, 2º Prêmio de Reportagens Ambientais em Jornais e Revistas inscritas inscritas por leitores contemplando os mesmos e os jornalistas, 1º Prêmio de Propaganda de Responsabilidade Social de Rádios,Tvs e Digitais e 1º Prêmio Latino-Americano  Nobel do Bem.

E a  do Certificado de Extensão Universitária em Comunicação da FAMECOS/PUCRS que faz parte do currículo de mais de 100 mil acadêmicos brasileiros que passaram pelo Festival Publicidade de  Gramado e continuará como referência nacional em eventos de comunicação pelo Itamaraty e desde 2015  de Cultura e da Arte.

João Firme
Publicitário e Jornalista

CAUSAS E CONCAUSAS DA CORRUPÇÃO NA PROPAGANDA

Já que o assunto da moda é corrupção, mal contra o bem, lembro que na época em que nos tornamos empresários de propaganda detectamos que nas agências de porte os profissionais mais paparicados por fornecedores eram os diretores de produção gráfica, eletrônica e o mídia e nesta eu me metia negociando direto muitas vezes com a presença do cliente e os resultados sempre foram positivos. Perdi algumas empresas porque me negava ao “del credere”, deixando o veículo faturar.

Chegou a um ponto esta vergonha que um troféu que era entregue para painelistas no Festival de Gramado nos idos de 80, foi apelidado jocosamente de TOCO.

Nas concorrências,algumas agências tentavam e tentam reduzir seus direitos na mídia(20%) que os meios de comunicação lhes concede sob o escopo da regis 4.680/65 e  o decreto 57.690/66.

Grandes agências brasileiras que optaram,quebraram,entre elas a Denison que veio do RJ conquistar a conta do Governo do RS e outras sobreviveram às crises adquiridas pelas multinacionais.

Contatos de contas prospectavam clientes prometendo o menor preço, embora não fosse o real, e alguns órgãos públicos embarcavam na sustentação e depois não concluíam seus projetos no prazo projetado porque eram notificados pela empresa da impossibilidade culpando a inflação e o processo terminava no impedimento da agência  participar de licitações por 2 anos.

A ABAP e o SINAPRO-RS se uniram e solicitaram que as suas associadas não participassem de concorrências especulativas com a proposta vexatória de redução do desconto na mídia (20%).

Com o “boom” do crescimento da economia depois do plano real, para a alegria de bons publicitários veio o CENP, para ditar as normas  nas licitações públicas com 80% cobrados pelo veículo e 20% do desconto pela agência.

Na iniciativa privada,  as House Agencies e o Varejo  tornaram-se atrativos e instalou-se o FEE como nova maneira de favorecer o grande anunciante e a tranquilidade da agência no pagamento da sua folha.

E apareceu na década de noventa um bicho papão da liberdade de imprensa, os bureau de mídia, que felizmente não vingou no nosso país porque as entidades de propaganda se uniram com grandes meios de comunicação e correram com os bolseiros, como chamam os argentinos.

Sabemos nessa crise que inúmeros anunciantes querem voltar ao normal, isto é, faturamento oeki preço de mídia negociada o que é ótimo para o crescimento da indústria da comunicação.

E vaticino a vinda de uma Instrução Normativa de declaração contábil que os 20%  da mídia, não serão tributados  no valor do FEE que glosado cairá  na malha fina da RFD, assim como eventos de qualquer espécie,  clubes de serviços, produtoras de filmes e outros que não emitiam NF para fugir do dai  a Cezar o  que é de Cezar.

João Firme
Publicitário e Jornalista

PRESIDENTE DA ALAP ENTREVISTADO NO RIO GRANDE QUE DÁ CERTO

Dia 15 de julho, às 19h15min, Airton Rocha, diretor da Martins+Andrade e presidente da ALAP-Associação Latino-Americana foi entrevistado  pelo jornalista  Ozires Marin. A contribuição da propaganda no crescimento da economia gaúcha foi a tônica  do conhecido programa dos sábados à noite na BAND Porto Alegre.

No link no Youtube da BAND  saiba tudo:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE BERLIM NAS COMEMORAÇÕES DO TRIÊNIO 188-190 ANOS DA IMIGRAÇÃO ALEMÃ NO RS EM 2018

Às vezes me pergunto, mas que vida Deus me deu na diversidade. Sobrevivi com  leite de mãe preta. Meu pai Francisco, colono, me disse certa vez que o meu avô o deu para ser criado  por uma família  alemã de Panambi, RS.

 Na guerra defendia nas ruas da minha Santa Rosa de Lima os guris germânicos que estudavam comigo no colégio Visconde de Rio Branco  e no Rádio organizava um programa noturno com músicas clássicas entre as quais se destacavam  Bethoven, Mozart, Brahms, Straus e Scherman.

 Quis o destino que em 77 eu conquistasse a conta da Continental (Brahma) onde  continua a torre no shopping Total e nos 100 anos trouxesse a Porto Alegre a Sinfônica de Berlim. Pois está prestes de se realizar meu sonho de assisti-la neste período de vida novamente em Berlim na edição Extra do Festival de Gramado que acontecerá em 2018 nos quase  200 anos da imigração alemã no Brasil e quem sabe trazê-la de volta  para inaugurar a 51ª Festa Nacional da Soja, cuja conta foi minha através da Minuano Publicidade da primeira a terceira e lhe dei o nome de  berço nacional da Soja, graças ao pastor luterano teuto-americano Lehenbauer que trouxe as primeiras sementes  para  florescerem na capital nacional da soja.

Com a  Soja, veio o  boom agrícola no Brasil com o surgimento da automotriz  SLC em Horizontina, minha grande conta que possibilitou a ida de Érico Veríssimo inaugurar a 1ª FENATRIGO em Cruz Alta, onde outrora viveram Ana Terra e o capitão Rodrigo Cambará com novos verdes e o ouro dos trigais.  Érico colheu as sementes de trigo  na famosa colheitadeira, além de desempenhar voluntariamente a função de redator criativo de um anúncio convite de outra agência que tive, a Arauto Publicidade  convidando os compatriotas a visitarem a cidade onde outrora viveram   Ana Terra e Rodrigo Cambará.

Mas o RS tem a dádiva germânica com empresas que tive orgulho de prestar serviços como publicitário:  Eickoff e Fankauser (Tuparendi), plantadeiras; Ideal Colheitadeiras de Santa Rosa;  Curtume Silveira, Indústria de Calçados Muller e 1ª FENAC de Novo Hamburgo; Calçados Reichert de Campo Bom; Ortopé de Gramado, Bibi de Parobé; Guerdau, Sapucaia do Sul. Me interessei no país que tem investimentos de  10% do seu PIB no Brasil e tem indústrias de renome como Volkswagen, Siemens, Mannesmann, VARIG, Stihl, Thyssen Krupp, Siemens, Voith, Mercedes-Benz, Motores MWM, Renner e Kohlbach.

Tenho amor  pelo movimento alemão de Valorização do Idoso na Sociedade com voluntários aposentados com saúde que ensinam tecnologia gratuitamente em uma centenas de países no mundo sem cobrar nada, razão do Publicitários sem Fronteiras, um núcleo vitorioso da ALAP-Associação Latino-Americana de Publicidade, entidade sem fins lucrativos de defesa dos direitos sociais ligadas à cultura e arte e que vão às Embaixadas brasileiras e estrangeiras divulgarem o nosso grande Brasil.

João Firme
*Publicitário e Jornalista