ALAP | Associação Latino-Americana de Publicidade

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A PROPAGANDA E OS MINISTROS DO SUPREMO E DO TST

R7 BSB DF NACIONAL STF/EMBARGOS INFRIGENTES Ministra, Rosa Weber participa da segunda parte da sessão no plenário do STF, para analise dos recursos de crimes de lavagem de dinheiro, dos condenados no processo do mensalão, em Brasília. 27/02/2014. FOTO:DIDA SAMPAIO/ESTADAO

O dia 4 de abril de 2018, nesses tempos de longevidade que Deus me deu, entrou na minha história na Propaganda, minha paixão profissional. Fiquei atento à votação de Habeas Corpus para um ex-presidente e lembrei que, nessa casa máxima da Justiça, o SINAPRO-RS – quando eu era presidente nos anos 90  – obteve a primeira Súmula julgando inconstitucional a cobrança do CONFINS, o que beneficiou de imediato cerca de 100 agências que entraram na ação coletiva. Mas o que mais me surpreendeu foi a Ministra Rosa Weber, que votou pela condenação porque esta era a vontade do colegiado.

Recordo que, quando era Juiz Classista do TRT 4ª Região, a nossa Ministra Rosa Weber, de inteligência rara considerada por mim e os juízes concursados (meus colegas da 5ª Turma), me perguntou o motivo pelo qual, na categoria de Publicitário, havia enormes diferenças salariais e respondi que na Criação das Agências é onde se encontram Talentos e as multinacionais, quando os descobrem, oferecem salários altíssimos e ela ficou refletindo.

Entrei na Justiça do Trabalho depois que fiz uma campanha de propaganda de valorização da AMATRA – Associação dos Magistrados do RS, e fui convidado pelo Juiz Ronaldo José Lopes Leal, então presidente da associação referida, para entrar como classista dos empregadores. Gostei do desafio porque escrevia muito sobre direitos comparados da propaganda e da liberdade de imprensa e aceitei o convite. Fiquei pouco tempo na 7ª Junta, logo ingressei para o TRT e depois fui nomeado pelo presidente José Sarney e pelo Ministro da Justiça, Saulo Ramos, este construtor do CONAR e das Câmaras com o qual aprendi quando era convocado como Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do RS.

No Tribunal, me encontrei com os Juízes Gelson de Azevedo, Nestor Hein e o saudoso Antônio Firmo de Oliveira Gonzales, classista dos empregados e então presidente da Associação Riograndense de Imprensa, ferrenho defensor, com o Alberto André, da Liberdade de Expressão. Passamos a ser conhecidos por todos como os juízes da mídia, juntamente com o presidente do TRT que era o Juiz Ronaldo José Lopes Leal, mais tarde aposentado como presidente do Tribunal Superior do Trabalho.

E continuo acreditando que só a Justiça corrige os males da Política, que é necessária para vivermos em democracia.

Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. (Lamentações 3:21)

*Publicitário

Foto: Dida Sampaio/Estadão

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A ÉTICA E O SOCIAL NA PROPAGANDA

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*João Firme

Nesses 40 anos do SINAPRO-RS e nos meus 60 como empreendedor em três agências de publicidade e uma de turismo, posso afirmar que o norte que adotei de Ética e Propaganda Social me deu alegrias e trabalho, e nunca tive problemas com grandes empresas que tive suas contas e se me permitem cito algumas que guardo  como relicários: SLC Automotriz, Tramontina, Randon, Agrale, Azaléia, Ortopé, Água Sarandi, Marco Polo, Brahma no centenário, Cerveja Caracu no lançamento, Semeato, Menegaz, Grazziotin, M Lojas Obino, Hospital Conceição e Cristo Redentor, Exposição dos Financiados da Aliança para o Progresso (EFAP), Frigorífico Alegretense, Calçados Bibi, Reicher, Adams e Randak; Masal, Jacui, Metalurgica Venax, Cerâmica Cordeiro, Cerâmica Aita, Erva Mate Saphira, Café Dinamite, Marrocos e Haiti; Churrascaria Santo Antonio, Lacesa, Danoni, Laticínios DEAL, Sabão Fontana, Sabão Maraschin, Casa das Blusas, Casa Kluwe, Opticas Precisão, Cooperativa Vinícola Aurora, Aliança, Garibaldi, Languiru, Minuano e Encantado; Livrarias Sulina, Menegaz, Universidade de Passo Fundo, Unisc (onde fui Patrono da Turma de Propaganda de 2003), Massas Damiani, Manoela e Isabela; Princesa dos Móveis, Instituto Cultural Norte-Americano, Construtora Satusil, Gerdau, Broilo Bolas, Tintas Killing, Philco, Cosméticos Wella, Prefeitura de Porto Alegre, Gramado, Santa Rosa, Passo Fundo, Guaporé, Osório e Getúlio Vargas; Frigorífico Rizzo, Frigorosa, Moinhos Riograndense, Fenasoja, Fenatrigo e Fenac, Casas Cavasoto de NH, Ind. de Confecções Kiefer, Construtora Satuzil, Princesa dos Móveis, Soberana dos Móveis, Casas Schmitz, Importadora Americana, Fiergs, Todeschini, Indústria Ideal de Colheitadeiras, Nova Tramandaí, Capão Novo, Internacional, Albornoz de Livramento, Cerveja Gazapina, Cerveja Pérola, Muraro Vinhos e Conhaques de Flores da Cunha, Vinhos Michelon, Dreher, Prátika Produtos Alimentícios Instantâneos, BRDE, Caixa Estadual, Banrisul, Governo do Estado do RS, Epatur, Ouro e Prata, Frederes, Unesul, Gaúcha Madeireira, Siveipeças, Móveis Artema, Móveis Esplêndidos, DAER, Secretaria de Comunicação, Chocolate Caracol, Mamma Mia, Móveis Dinnibier e Muraro & Cia. Vinhos e Whisky; Secretaria do Turismo do RS e EMBRATUR; Banco do Brasil, Associação dos Magistrados do Trabalho do RS, Serra Malte, Plaza São Rafael Hotel, Hotel Comodoro São Paulo, Hotel Laje de Pedra, Hotel Serra Azul, Assembleia Legislativa do RS, Instituto dos Advogados do RS,  Cremers, Amrigs, Camisaria Tanhauser, Casa das Sedas, Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, Clubes Cantegril e Caixeiros Viajantes de Porto Alegre.

O social é fazer o bem com projetos e propaganda de responsabilidade social como prevenção às drogas, valorização da Cultura/Educação, Arte, Saúde, Idoso na sociedade, Violência nas escolas, Meio-Ambiente, onde está inserido a sustentabilidade ambiental como ecologia,  água, clima, flora e fauna; o Turismo ecológico, de aventura, destino, palenteológico, eventos e negócios, designer e artes gráficas, bem público, propaganda política criativa para existir a democracia e a liberdade de imprensa.

A Ética é os bons modos na sociedade, segundo São Francisco de Assis, quando não pregava, sorria limpando leprosos e por isso um Papa lhe beijou os pés, após ter sido expulso por guardas da igreja quando entrava com alguns franciscanos.

E os Emaús diziam: dai a Cesar o que é de Cesar como Ética.

* Publicitário e Jornalista

FERNANDO ALBRECHT E A PROPAGANDA

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Falar de um colega do bem, tão bom profissional como Fernando Albrecht, não é fácil. Fui seu leitor em outro veículo e continuo no Jornal do Comércio, assíduo. Viajava muito para atendimento de clientes do interior e inúmeras boas contas em Porto Alegre. Eu era seu confidente em informações da nossa economia para quem sempre gostei de trabalhar com a Propaganda para se desenvolverem. Encontrava-me com ele aos domingos, depois de minha missa das 9h30 na Pompéia, que era perto do apartamento dele e do meu na Comendador Coruja e nosso assunto era a notícia com exclusividade. Ele não fazia ‘releases’, e muitos que enviaram pelo departamento de imprensa da Arauto Publicidade foram para o lixo. Dava a informação que a economia queria, sem prejudicar a Propaganda, que é o maior investimento para vender.

Lembro um dia quando cheguei no Liliput, com um quarto de ovelha que havia ganho de um fazendeiro parente da minha esposa de Alegrete e que fora buscá-lo naquele domingo às 6h30 na rodoviária. Veio em mãos pelo motorista e encontrei o meu colega da ARI e da Comissão de Ética, Sergio da Costa Franco, também esperando um ‘saco’ de ovelhas de um estancieiro de Quaraí, que gostou de seu artigo ‘descendo a lenha’ na censura prévia imposta ao Jornal do Brasil, à rádio Gaúcha, à Veja e a um jornal de Novo Hamburgo. Em 10 dias, conseguimos levantar juntos ao Tribunal de Alçada do Rio Grande do Sul.

O Fernandinho ficou sabendo da história no meu livro, quando o Sergio declarou que nós dois poderíamos ser investigados como abigeatários, nos condenando pela atitude. Nunca mais aceitei presentes proibidos. Certa vez, envolvi-me com a Polícia Federal por deter dois pilotos de um jatinho paraguaio, oito jornalistas do ABC Color que, chefiados pelo genro do marechal Stroner, vieram participar do Festival de Publicidade de Gramado em 1985, quando Otávio Gadret foi patrono e Germano Rigotto inaugurou o evento com a Dona Ione Sirotsky.

Os policiais acharam pedante o homem de branco, que tirava baforadas de charutos na verificação das malas e estava alcoolizado. Desconfiaram de uma harpa que era presente para o Cônsul Paraguaio, desconfiaram que ali tinha marijuana e estavam pensando em abrir o grande instrumento de cordas. Pedi para falar com o superintendente da PF no Aeroporto, usando minha carteira da OAB. Permitiram-me a entrada, fui logo dizendo que eram meus convidados para o Festival de Publicidade e ouvi a história do porque da demora na liberação. Fiz uma proposta com argumentos, aceita na hora: “Libere os pilotos e os jornalistas, não abram a harpa e o Cônsul está no aguardo, muito nervoso. Ponha-me ao telefone com o superintendente Federal, caso contrário, vou pedir socorro já para a OAB”. Falei com sustentação oral que nada tínhamos a ver com os turistas que entram legalmente e estejam embriagados. Minha tese foi aceita e, para surpresa na hora da homenagem como o jornal que mais divulgou o Festival de Publicidade no Paraguai, na feijoada oferecida pelo patrono Otávio Gadret, fui chamado ao palco e ganhei a harpa com a justificativa do presidente do ABC Color.

O Fernando me surpreendeu ao historiar meu diálogo com a PF (não sei onde conseguiu as informações) e publicou o régio presente, a foto com a harpa que é mais alta que eu e a doei para uma entidade de meninos músicos carentes de uma escola de Caxias do Sul, mantida pelo Raul Randon, dando a informação do meu diálogo cordial com a Polícia Federal.

Que maravilha de história, Fernandinho. Sei que você não bebe, mas quando eu for chamado, vou perguntar para São Pedro se é permitido uma taça por dia do vinho de Cristo, que aprendi a tomar como sacristão em Santa Rosa e depois com o Raul Randon (que está no céu, feliz). Ele sempre me esperava nas reuniões no final da tarde com uma taça de tinto para saborearmos e, hoje, minha neurologista e geriatra me receita duas e continuo vivendo.

João Firme é jornalista e publicitário.

SÉRGIO GORDILHO E HUGO RODRIGUES RECEBERÃO A ESFINGE ROBERTO DUAILIBI

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Os publicitários Sergio Gordilho, da agência África, e Hugo Rodrigues, da WMcCann, receberão o troféu Esfinge Roberto Duailibi da Associação Latino Americana de Publicidade (Alap).

Essa esfinge foi instituída em 2017, no Festival Mundial de Publicidade de Gramado, e foi criada pelo escultor Israel Kislansky, a pedido do próprio Duailibi. Desde então, passou a ser um prêmio apenas para os criativos envolvidos na organização do Festival de Publicidade de Gramado e que fossem recomendados pelo Conselho de Administração da Alap.

Roberto Duailibi, presidente emérito do Festival de Gramado, considera esse fato muito relevante, “pois a premiação será para poucas pessoas”. “Desde o começo nossa intenção era dar um destino o mais nobre possível à esfinge. Estamos cumprindo à risca esse objetivo”.

Este ano será entregue para os publicitários Sergio Gordilho, presidente da Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado em Paris, no dia 21 de setembro, e presidente do Festival de Gramado de 2017 a 2019, e Hugo Rodrigues, que vai presidir o júri do 2º Prêmio de Criatividade Profissional Internacional de Gramado, que ocorrerá também na Edição Extra do Festival em Paris.

3º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PUBLICIDADE

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Este majestoso evento da indústria da comunicação, que aconteceu em 1979 em Santiago do Chile, 1987 no Festival de Gramado, tem sua terceira edição agendada em Porto Alegre, nos dias 24 e 25 de outubro de 2018 e marcará os 40 anos do SINAPRO-RS, 30 da ALAP e 10 anos do Instituto Ver Hesíodo Andrade.

A previsão é de 200 inscritos. Paralelamente, acontecerão:
– A 4ª Mostra de Design e Artes Gráficas Latino-Americana;
– 2º Fórum e Salão Internacional de Propaganda  Social em Jornal, Revista e TV;
– 2º Prêmio de Reportagem de Meio Ambiente Internacional em Jornal, Revista e Televisão;
– 2ª Conferência Internacional  de Direito à Liberdade de Imprensa e à Publicidade;
– 1º Prêmio de Propaganda Digital com o Galo de Gramado;
– Simpósio de Autorregulamentação Publicitária e Compatibilização com o Código do Consumidor;
– 1º Prêmio de Propaganda Cultural Artística Internacional;
– 8º Prêmio Universitário Internacional de Gramado;
– 2º Prêmio de Criatividade Profissional de Gramado;
– Prêmio Sinfonia Rio-grandense e Conferência  de Transformação da Justiça do Trabalho.

Gelson Azevedo, ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e Patrono da ALAP, apresentará, num Encontro do Bem a ser realizado no mês de março, o 3º Congresso Latino-Americano de Publicidade, presidido por Luiz Coronel.

Informações: alap@terra.com.br – (51) 32225222 – (51) 998065222 – www.alap.com.br

RECEITA FEDERAL RECOMENDA PROPAGANDA DE PROJETOS SOCIAIS

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O Encontro do Bem realizado no último dia 9 de março na Receita Federal, que está comemorando 50 anos e incluiu a ALAP no seu calendário de programações, deu luz para as entidades carentes do RS receberem recursos de imposto devido e doações de mercadorias apreendidas pela Receita Federal que, após leilão, escolherá a entidade que pode ser aquinhoada com caminhão, automóvel, televisor, computador e outros bens de consumo, desde uma vez que seja de utilidade pública, documento que é fornecido pelo município, pelo Estado, Distrito Federal ou pela União. Mas é necessário ser feito um processo para isso e a ALAP criou um Departamento de Projetos Sociais para orientação às entidades carentes que desejarem obter bens leiloados pela Receita Federal.

Respondendo a uma pergunta nossa, o Superintendente Adjunto Ademir Gomes declarou que somente são analisadas para receberem bens leiloados, entidades com CNPJ, reconhecidas de Utilidade Pública pelo Estado ou Município, enfatizando que estas condições estão no site da RFB. E disse mais: 60% dos municípios não têm projetos sociais para se candidatarem aos incentivos fiscais a pagar, razão pela qual 80% do que poderia deixar para o terceiro setor no RS vão para outros destinos, resultando numa perda de 280 milhões em 2016.

Na mesma linha, consegui uma empresa de Venâncio Aires cujo diretor é meu amigo do tempo em que eu tinha a agência Arauto que não existe mais, para doar um forno para pãezinhos aos esfomeados do morro da Tuca, cujo valor beirava aos 6 mil. Consegui com o jovem empresário. Este me argumentou que estava diminuindo seus investimentos em propaganda, e a doação não seria a melhor solução. E fiz o “mea-culpa”, não peço mais e nem recomendo doações assistenciais de mercadorias, porque estas reduzem investimentos publicitários que poderiam acontecer até em entidades que praticam o bem.

Mas o que me encheu de alegria foi o fato do Dr. Ademir Gomes ficar sabendo que a ALAP é de Utilidade Pública de Gramado.

*João Firme é publicitário e jornalista

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ENCONTRO DO BEM HOMENAGEIA RECEITA FEDERAL, TST E MINISTÉRIO PÚBLICO

TEXTO E FOTOS: Marco Maciel

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João Firme (C, com o microfone) anuncia novas entidades que serão beneficiadas. Da esquerda pra direita: Gelson de Azevedo, Dorotéo Fagundes, Lauro Quadros (representando o Instituto do Câncer Infantil), Ademir Gomes e Ana Bertuol (coordenadora de eventos do Instituto da Criança com Diabetes)

Na manhã de 9 de março, aconteceu mais uma edição do Encontro do Bem, no auditório da Receita Federal em Porto Alegre. O evento foi em homenagem aos 50 anos da Receita Federal do Brasil, que considera a ALAP – Associação Latino-Americana de Publicidade, com sede em Porto Alegre há 30 anos, como Arauto na divulgação dos incentivos fiscais devidos para o terceiro setor do Rio Grande do Sul.

A abertura do evento foi realizada pelo presidente do Conselho de Administração da ALAP, o publicitário Airton Rocha, diretor da agência Martins+Andrade, onde está a sede provisória do Instituto Ver Hesíodo Andrade, entidade parceira da ALAP que atende gratuitamente crianças de até 10 anos com problemas oculares congênitos da visão, fazendo com técnicos sessões de estimulação e reabilitação visual infantil, numa nova maneira de evitar a cegueira precoce.

O radialista Dorotéo Fagundes apresentou o Encontro do Bem, que contou com palestras do ex-ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Dr. Gelson de Azevedo, e do Superintendente Adjunto da Receita, Ademir Gomes de Oliveira. Estiveram presentes também a representante da Secretaria da Saúde do RS, a Nutricionista Maria Alice Lantmann, e o Promotor de Justiça, Mauro Luiz Silva de Souza, representando o Ministério Público do RS que, após o Preito de Gratidão Mérito Publicitário Latino-Americano da ALAP, fez um manifesto de alegria pelo reconhecimento do MP do RS ser o maior Paladino das entidades carentes constituídas na forma da legislação vigente, tecendo elogios aos fundadores do Instituto Ver pela iniciativa pioneira em 2007 de ter conseguido a primeira lei do Teste do Olhinho em Porto Alegre, uma novidade na medicina moderna da visão infantil que evita a cegueira precoce.

Gelson de Azevedo (em primeiro plano), durante sua palestra

Gelson de Azevedo (em primeiro plano), durante sua palestra

O conferencista Gelson de Azevedo, que foi Juiz do TRT da 4ª Região, procurou encerrar mitos durante sua fala, negando o fim dos direitos trabalhistas com a reforma proposta pelo governo federal. “Não é uma Lei Áurea do empresariado do ponto de vista das relações de trabalho, até porque se trata de uma lei ordinária e os direitos trabalhistas são imutáveis, não podendo ser alterados, pois estão na Constituição Federal”, esclareceu, justificando que um possível prejuízo aos trabalhadores é semeado por entidades sindicais que se opõem à reforma.

Em sua palestra, Ademir Gomes foi didático ao responder dúvidas sobre a declaração do Imposto de Renda, reforçando a normalidade dos atrasos na entrega dos contribuintes. “A pessoa que caiu na malha fina não é um sonegador. Não é mau elemento, é a coisa mais normal que existe, uma vez eu mesmo caí na malha”, confessou, ressaltando posteriormente que, em 2016, de mais de seis bilhões de reais arrecadados, 14 milhões foram doados para instituições beneficentes. E enfatizou que, por falta de propaganda, o Rio Grande do Sul perdeu cerca de 280 milhões, os quais poderiam ser destinados para o terceiro setor. As declarações do IR devem ser entregues até 30 de abril.

20180309_110025O promotor Mauro Luiz Silva de Souza (C, com o microfone), representando o Ministério Público do RS, agradece às homenagens prestadas no evento. Da esquerda pra direita: Roberto Brenol (responsável pela editoria de Opinião do Jornal do Comércio), Gelson de Azevedo, Ademir Gomes, João Firme e Maria Alice Lantmann (representante da Secretaria de Saúde do RS)

Na parte final do Encontro do Bem, o secretário-geral da ALAP, o publicitário João Firme de Oliveira, anunciou a transferência de parte dos valores das inscrições de peças publicitárias sociais da Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado de Paris, no dia 21 de setembro na Embaixada do Brasil, para o Instituto do Câncer Infantil e o Instituto da Criança com Diabetes. “É uma renda que vai entrar da publicidade para as instituições. Todos estarão promovendo a propaganda de responsabilidade social”, sublinhou João Firme, que tomou posse no último dia 8 de março como presidente do Instituto Ver.

As inscrições de projetos sociais e peças de propaganda terão o link gramado.digicraft.com.br à disposição até 31 de agosto, e concorrerão ao troféu franco/brasileiro Galo de Gramado Paris. O Troféu Amazônia será acrescido na categoria especial de mídia de Meio-Ambiente (sustentabilidade ambiental) na abordagem a itens como Ecologia, Clima, Natureza, Água, Flora e Fauna. E o concurso “Não Deixem Morrer meu Rio” premiará a melhor foto humanizada dos rios gaúchos e do Mercosul com o Galo de Gramado Paris e o troféu especial José Lutzenberger, um dos maiores ambientalistas brasileiros, na Edição Extra do Festival na capital francesa, em setembro. Mais informações sobre o concurso de fotografias podem ser encontradas aqui.

Há 26 anos presidente do Conselho de Administração do Instituto do Câncer Infantil, o jornalista Lauro Quadros explicou o motivo pelo qual está há tanto tempo no comando da entidade, contando uma história vivida numa ocasião em que pensou em deixá-la: “Numa reunião da diretoria, eu disse que teríamos que fazer um rodízio, que iria continuar ajudando, mas que não poderia ser presidente eternamente. Foi bem no dia em que se apresentou um empresário querido pra fazer uma doação ao ICI. Ele escapou de morrer e prometeu que, se não partisse, colaboraria. Era o Sérgio Goldsztein, que deu 500 mil para o Instituto e me confidenciou que escolheu o ICI por minha causa. Por isso eu continuo”, contou, emocionado.

Durante o evento, foram entregues diversos Certificados de Mérito Publicitário de Responsabilidade Social aos presentes, além de outras homenagens. Veja em nosso Facebook a Galeria de Fotos do Encontro do Bem.

ROBERTO SIROTSKY É CONVIDADO PARA PRESIDIR JÚRI DO 8º PRÊMIO ESTUDANTIL

20180313_140218João Firme, Roberto Sirotsky e Paulo Velinho. Foto: Marco Maciel

Na reunião-almoço Menu Porto Alegre, promovido pela Associação Comercial de Porto Alegre no Salão Nobre do Palácio do Comércio no dia 13 de março, ocorreu o encontro entre os publicitários João Firme, secretário-geral da ALAP, e Roberto Sirotsky, sócio-diretor da Zy3 Comunicação, associada ao Grupo VMP (Ogilvi, JWT e Y&R), agência também associada à ALAP.

Sirotsky foi convidado por Firme para presidir o júri do 8º Prêmio Estudantil Internacional  de Gramado, que será realizado no dia 26 de outubro, às 20h, com festa na Expo Gramado ou no Cinema Embaixador.

No evento, Roberto Sirotsky, Paulo Velinho, que atuou como empresário de “escol” e ex-presidente da Springer/Admiral, confraternizaram com João Firme e com a diretora geral das Lojas Gang, Ana Luiza Ferrão Cardoso, que também foi cliente da agência Arauto Publicidade, quando seu pai tinha as lojas Obino. Ela foi convidada o júri online internacional da Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado, em Paris, no dia 21 de setembro na Embaixada do Brasil.

RAUL RANDON DA PROPAGANDA

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Um amigo do bem nos deixou nesses tempos que vivemos e nos encontramos na eternidade com Deus. Foi assim que disse o Paixão Côrtes por telefone, enfatizando que ele era o melhor na Propaganda Social, pois todas as mensagens que fazia no programa “Cidade Gaúchas”, de exportação para três estados na década de 60, eram de otimismo no Brasil e da participação da sociedade na ajuda ao terceiro setor.

Comecei a trabalhar com a Randon conhecendo seu irmão engenheiro Ercilio, que cuidava da imagem da empresa e meus encontros com o Raul começaram acontecer no centro das indústrias onde eu frequentava semanalmente para produzir um programa que idealizei na TV Piratini com o nome “Caxias na TV”, baseado com o que aprendi na “Voice of América” em 1965 como formando de Publicidade da primeira turma da PUCRS, estágio ocorrido em setembro para divulgar a Exposição dos Financiados da Aliança para o Progresso e poder convidar a Jacqueline Kennedy para vir inaugurar a EFAP no Parque de Exposições em dezembro de 65, o ano da revolução que nos tirou a liberdade de imprensa.

O “Caxias na TV” idealizei depois de constatar que, nos EUA, a imprensa dos condados (cidades) tinha 60% de preferência, pois cada município tinha interesse de destacar a Cultura e a Arte onde se encontra talentos. O ex-prefeito Hermes Weber gostou da ideia e me disse que só um homem poderia tornar realidade minha ideia semanal na TV Piratini. E após visitar o Raul, ele me levou para a Federação das Indústrias presidida pelo Cipola e após minha explanação perguntaram o preço da TV do Chateubriand e cobriram os custos em minutos. O programa que era para apenas três meses durou mais de um ano com escolas de ballet, Sing House, CTGs, músicos, empresários e locutores na apresentação aos domingos de manhã.

Certo dia, o seu Raul me convidou para abrir a filial da Minuano Publicidade em Caxias do Sul, para atender a conta da empresa.  Recusei informando-o que tinha um projeto de vida e, em 1973, no ano do convite eu estaria recebendo dois diplomas universitários: Ciências Jurídicas e Sociais em Passo Fundo e Relações Públicas na PUCRS. Ele ficou surpreso com o que relatei e mandou abrir uma champanhe do Michelon, com quem tive a conta. Sugeri a Martins+Andrade, pois trabalhava com o Hesíodo Andrade na ABAP e no Sindicato, um capixaba de valor.  Ele aceitou a minha indicação e a Martins foi a primeira agência de Porto Alegre com filial em Caxias.

Já premiei o projeto social FLORESCER na Caravana da Comunicação Social e pretendia premiar outro extraordinário que tem na Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado em Paris no dia 21 de setembro.

Prêmios por ser empresário, empreendedor autêntico e simples, voltado para o trabalho com solução para o crescimento do Brasil, creio que ele é o primeiro no nosso Estado onde ele investe sem medo. Vivo hoje, Raul Randon, mas amanhã poderei estar contigo na santa paz.

João Firme é Publicitário e Jornalista

FOTO: Randon/Divulgação

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Publicação original do Jornal do Comércio de 6 de março de 2018.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A EDIÇÃO EXTRA DO FESTIVAL DE GRAMADO EM PARIS

Faça a inscrição de sua peça publicitária nesse link, onde contém o regulamento em português, inglês e espanhol: https://gramado.digicraft.com.br/

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A Edição Extra do Festival de Publicidade de Gramado, em Paris, ocorrerá na Embaixada do Brasil na capital francesa em 21 de setembro. Será a segunda edição do evento na Cidade Luz. A primeira aconteceu em 2004, com total êxito, conforme matéria abaixo.

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