ALAP | Associação Latino-Americana de Publicidade

Artigos e Notícias

PRESIDENTES E PRÊMIOS NOBEL NA MINHA VIDA DA PROPAGANDA

*João Firme

Pesquisando para preencher meu tempo de vida encontrei no meu currículo que pela propaganda fui convidado para entrevistas com os presidentes, marechal Pinochet, Chile (Santiago, 1979); general Figueredo, Brasil (Brasília,1983) e Oscar Arias, Costa Rica (San José, 1987), e como jornalista e publicitário entrevistei, Norman Borlang, prêmio Nobel de Agronomia -USA (Passo Fundo,1970) e Oscar Arias, prêmio Nobel da Paz, Costa Rica (1987, San José).

Com o Pinochet conseguimos com a Associação Chilena de Agências de Publicidade, após conferência Constituição de Colégios Profissionais no 1º Congresso Latino-Americano de  Publicidade em Santiago em novembro de 79, convencer o controvertido militar chileno a autorizar no mesmo ano um convênio PUCRS e PUC/Chile para os cursos de Propaganda e Relações Públicas na capital do libertador O’Higgins.

Para o general, Figueredo no dia 2/12/73, o Gelo de Gramado entregamos o Galo de Gramado  por ter desativado a house agency do governo federal que detinha as contas publicitárias dos Ministérios, Autarquias e Órgãos Públicos.

Oscar Arias foi  a entrega dos troféus Paixão Cortes e Galo de Gramado para o Grand Prix, Melhor Anúncio Impresso de Turismo nos dois mares, Atlântico e Pacífico, conquistado pela McAnn Erickson de San José, no 1º FIPTUR-Festival Internacional de Publicidade do Turismo e Ecologia realizado em Porto Alegre em 1987.

Norman Borlang do país de Thomaz Jefferson, nos selecionou entre 5 jornalistas para entrevistá-lo sobre sua pesquisa de genética do trigo numa lavoura trigal da terra de Teixeirinha.

Na época, 72, éramos estudantes de Ciências Jurídicas e Sociais.

A  minha trajetória de comunicador e jurista devo à Propaganda.

*Publicitário e Jornalista

PAIXÃO CORTES E A PROPAGANDA BROTAM NOSSAS RAÍZES PARA O MUNDO

*João Firme

Inestimável é a contribuição de Paixão Cortes como pesquisador e divulgador do folclore gaúcho e de sua ligação com a área publicitária rio-grandense. Em 1961 na TV Piratini, hoje TVE, foi o astro do  primeiro programa de TV em videotape  do RS, exportado semanalmente para SP (Tupi), RJ (Continental) e Recife com o nome que idealizamos, Cidades Gaúchas, contendo imagens e potencialidades econômicas dos primeiros municípios do Estado, danças gaúchas, destacando nos programas de 6 meses, a música, a literatura e arte.

Desfilaram nas câmeras os melhores CTGs, Érico Veríssimo com sua Cruz Alta, Paulo Brossard, Alberto Andre, Mario Quintana,Vasco Prado,  Caringe de Pelotas, os artistas Lupicínio Rodrigues, Salvador Campanela, Plauto da flauta, Braguinha do cavaquinho, Nelson Gonçalves, Francisco Lopes, Teixeirinha, Teresinha Monteiro, Tulio Piva, Nico Fagundes, Lauro Rodrigues, Lamaison Porto, Candido Norberto, Carlos Nobre, Rubens Alcantara, Mauricio Sobrinho,  Paraná e seu regional da Gaúcha  e outros. Certa vez o Paixão organizou em Viamão  uma tarde gaúcha para mostrar nossas raízes e graças à propaganda dos patrocinadores Randon e Transportadora Mayer, foi possível dar esta autenticidade. O evento ganhou publicidade com editorais em jornais e um prêmio da Revista do Rádio. Publicamos até um anúncio com o título” É cavando que se Vence”.

O Paixão dos gaúchos ajudou a criação da Arauto Publicidade nos anúncios para a Saphira, A  Erva que não Entope; Café Dinamite, Chega de Café de Chaleira, o comercial do  gauchinho Grazzito da Grazziotin que aparecia às 21h pela TV para avisando as crianças que era hora de dormir (alegria dos pais) e por uma semana foi a estrela da Semana Gaúcha no Hotel Comodoro em SP onde recepcionava  autoridades, empresários, imprensa e o público num stand de fogões Venax onde posou na sua perna direita a Garota Café (O Paixão louco de faceiro com sua cara de macho) ganhou manchetes nos Jornais. Ele vendia o RS que estava presente com stands de frigoríficos, vinhos, calçados, malharias, erva mate e produtos industrializados de óleos de Soja, Trigo e Milho. O CTG de Osório servia o churrasco nas mesas à noite, dançava alegremente, enquanto um seleto público degustava o primeiro milagre de Cristo que a pedido da mãe num casamento transformou a água em Vinho.

O trabalho do engenheiro agrônomo Paixão Cortes repercutiu tanto que a   Banda Tom Bloch que interpretou a música “Jardim” composta especialmente para  O 14º Festival Mundial de Publicidade de Gramado de 2005,   lembra que temos nossas raízes e tem esta maravilha de letra,”Brotem para o mundo,mas guardem a aldeia em que nasceram”.

*Publicitário e Jornalista

OS TRÊS BRASILEIROS TOP DA PUBLICIDADE

*João Firme

Se recordar é viver tenho na minha história, a publicidade, personalidades públicas estão na agenda dos jornalistas, sem necessidade de releases.

Tivemos uma experiência  no nosso trabalho  de conclusão de um curso na Voice of América em Washington em 1965, quando fomos entrevistados pelo diretor da área brasileira, Emilio Braier de Cachoeira do Sul e respondi como formando de publicidade da FAMECOS/PUCRS   porque liderei como estudante a EFAP-Exposição dos Financiados da Aliança para o Progresso realizado em Porto Alegre de 17 a 20 de dezembro de 65. Cite três obras Leonel Brizola no RS e duas personalidades brasileiras que você mais admira? – Brizola: Plano de Escolarização. Por que?  A criança pobre entra de barriga vazia e volta à noite aprendendo mais, jantada e louca para dormir para voltar no dia seguinte; Refinaria Alberto Pasqualini, grande conquista que aumentou o número de empregos e impostos sociais e com terceiro, a estrada da produção que liga o RS de Norte ao Sul, por sinal financiada o asfaltamento pela Aliança em 1963.  Sobre as personalidades, Pelé que o mundo todo conhece; Roberto Marinho por defender a liberdade de imprensa e seu jornal O Globo do RJ tem a única coluna de Propaganda que leio todos os domingos em Porto Alegre e terceiro, estou comemorando há 48 horas, a eleição de Ieda Maria Vargas, Miss Universo que é do Cantegril Clube de Porto Alegre, onde sou diretor social.

Três minutos após a entrevista gravada que estava sob censura foi liberada e meus colegas de turma foram avisados que no dia seguinte às 19h a entrevista iria ao ar. Recebi até cartão da China jornalista Flavio Alcaraz Gomes, então presidente da ABERT e diretor da Rádio Gaúcha.

Concluído o Curso na Voz da América que tinha 43 emissoras de rádios de onda tropical e curtas e cerca de 2 mil funcionários fui com um intérprete do departamento de estado para Nova York, onde fui recebido pela Secretária Pamela, pois a Jaqueline estava hospitalizada, mas valeu mais do que se fosse com a viúva do Kennedy e ganhei telefoto internacional em jornais no mundo. Em Porto Alegre saiu na primeira página da Folha da Tarde. Ela não compareceu nem o Ministro da Justiça, Robert Kennedy mas enviaram cartas justificando a ausência  e um jatinho com bandeira americana posou no Salgado Filho com jornalistas no New York Times, Washington Post, Voz da América, Revista Times, CBS e outros. Eu e meu colega Marco Antonio Kraemer nos viramos para atendê-los.

Inaugurou a EFAP, o poderoso general Justino Bastos, sem a presença do governador Ildo Meneghetti que enviou um deputado para representá-lo. Fui selecionado entre os colegas para mostrar à EFAP ao escritor Justino que no final disse que iria recomendar seu filho para visitá-la. Fiquei impressionado com a segurança do grande general que me acompanhava pari-passo sem necessidade de me tocar porque eu não era político embora tivesse minhas idéias contrárias a Revolução de tolher a liberdade de imprensa, eu conseguia andar livre entre todos porque minha  vida tinha e tem como norte com direito e justiça, a Propaganda, só Propaganda, sempre Propaganda.

*Publicitário e Jornalista

OS REIS MAGOS DA PROPAGANDA

Imaginemos que a Cruz, a Estrela de Belém, o Galo que cantou 3 vezes perdoando  e para a Propaganda dá o retorno, enquanto o Leão urra e todo mundo corre, e partimos  destes pressupostos que Cristo  foi o maior marqueteiro  no mundo pela sua Igreja,segundo sermão que ouvimos  na Missa de Ação de Graças no Dia Mundial da Propaganda, 4 de dezembro de 2016 na Catedral Metropolitana de Porto Alegre, celebrada pelo  comunicador Frei Irineu Costela, razão deste artigo.

Roberto Duailibi, no Festival de Gramado de 2007, deu esta joia de afirmação:” Dediquei meu passado para a construção do meu futuro”. Para ele, a função da publicidade é “tirar as pessoas de seus invólucros, de suas amarras e levá-las a assumir atitudes com relação à vida.”

Luiz Coronel: ” Enquanto RJ e SP administram catadupas de verbas, oriundas de contas de bebidas, celulares, automóveis, afora o manejo de verbas estatais, nós repartimos fatias menores do bolo. Temos, nós mesmos, de edificar nossos fatos, feitos e eventos. Aí está o Festival Mundial de Publicidade de Gramado realizado nos anos ímpares desde 75 e para não ficar “com as imensas mãos abanando”, como disse o poeta Vinícius, edições extras no exterior a partir  2004 quando começou em Paris. Não será olhando, contemplando, que vamos alcançar os objetivos que justificam tão largo passo”.

Renato Castelo Branco, grande conferencista do Festival de Gramado de 1981,declarou:” Mas por que não podemos fazer pela propaganda brasileira o que Villa Lobos fez pela música, Jorge Amado pela literatura, Di Cavalcanti pela pintura? Isto é: atingir o universal através do regional. As agências brasileiras terão que encontrar o caminho para se transformarem na ponta de lança da indústria e da economia nacional – como as grandes agências americanas o foram de seu país`”

E entre os Reis Magos, nos identificamos com Artaban, o quarto deles e ao Emaús que nortearam suas vidas para o Bem.

João Firme
Publicitário e Jornalista

PARIS SAINT GERMAIN NA HISTÓRIA DA PROPAGANDA

*João Firme

Sei que muita gente vai dizer que estou louco por Paris no fim desses tempos que Deus me permite viver por sonhar em ver o time de Neymar em Porto Alegre ajudando as crianças com câncer, diabetes e deficientes visuais. Sou respeitado por ter participado da criação  do Conselho Nacional da Auto-Regulamentação Publicitária, considerado o melhor no mundo pelos franceses por não fazer a “auto-censura”.

Alain Cayzak, publicitário, presidente do grupo Euro/RCG, diretor da AACC – Associação de Agências de Comunicação e Comunicadores da França e presidente do Paris Saint Germain me convidou para ir à capital da cultura num dia de março. À noite jantei passeando pelo Sena e fui comunicado que, em Gramado nos dias 11 e 12 de setembro de 1998 no hotel Serra Azul, seria realizada a 1ª Convenção Mundial de Produtividade e Qualidade para lançamento da ISO 9000 na América Latina e me deram o programa pronto. Interrompi perante uns 10 publicitários e o diretor de marketing da Nestlé, afirmando que a notícia era formidável, mas o Sindicato das Agências de Propaganda do qual estava presidente não tinha “cacife” financeiro para o evento e a resposta foi imediata: “tudo é custo zero, João, pois a AACC vai bancar e em São Paulo tenho na direção da nossa filial o Dalton Pastore, que é muito competente e te ajudará no que for preciso para que este empreendimento cultural que entrará na sua história”. Fiquei emocionado e pela primeira vez me deliciei com o ”Châteauneuf du Pape”, que me parecia  o vinho de Cristo, enquanto os colegas sorriam com champanhe e escargot.

Chegando, falei o Dr. Jorge Gerdau contando o que me aconteceu. Ele me felicitou pelo feito e tornou-se o Arauto para promover a ISO 9000. Em maio, fui nomeado pelo Saulo Ramos e o Presidente Sarney como Juiz Classista dos Empregadores do TRT 4ª Região e liberado pelo presidente do mesmo Ronaldo José Lopes Leal. Continuei “monitorando”a Convenção. Por pedido das lideranças esportivas da Guaíba, Gaúcha e Band, promovi um almoço com o Cayzak no dia 10 ao meio-dia no Praia de Belas e, na conversação em” portunhol, Pedro Ernesto Denardin e Luiz Carlos Reche perguntaram: “Você daria ISO para o Grêmio ou para o Inter? Seria possível a vinda do Paris Saint Germain a Porto Alegre?”. Ele silenciou por segundos e respondeu que, após o almoço, iria visitar comigo somente o marketing dos campeões do mundo e, quando estivesse embarcando no voo da noite no dia 13, daria as respostas.

E cumpriu o que declarou na sala VIP no Salgado Filho, me informando que o Internacional merecia ISO 9000 e Saint Germain pode sair de Paris por custo “zero” se o jogo for beneficente e olha com carinho quando se tratar de câncer infantil, diabete e deficiente visual. Vaticino este sonho acalentado, pois Neymar teve o projeto da sua grande ONG de São Paulo inscrita por um publicitário gaúcho, vice-presidente do Instituto Ver Hesíodo Andrade (www.institutover.org.br/instituicoesdobem). O projeto social foi premiado Hors-Concours na 2ª Edição Extra do Festival de Gramado em Paris. Neymar já foi convidado para estar na Embaixada do Brasil no dia 21/9, às 15h, para este Preito de Gratidão com o Galo de Gramado de Paris, que também foi concedido para o Instituto da Criança com Diabetes que tem Falcão, o “Oitavo Rei de Roma” como Patrono e o Instituto do Câncer Infantil protegidos pelos Quero-Queros, Lauro Quadros e Taffarel “vai que é tua”.

*Publicitário, Jornalista e Advogado

O QUE MUDA NO FESTIVAL DE GRAMADO DE 2018 COM EDIÇÃO EXTRA EM PORTO ALEGRE

O Festival Mundial de Publicidade que chegou ao pico de 7 mil participantes em 2007 foi diminuindo nos anos seguintes pela entrada da internet com seus aplicativos que permitem aos jovens antecipar o futuro.

Vaticinamos este ano de 7 a 9 de junho um empreendimento para 1.500 e na projeção julioverniana  erramos, pois deu  acima de 2.ooo e nervosos  pelo pouco patrocínio nos atiramos a fera do déficit que acontece até quando o Festival de Gramado cresce demais.

De tudo o que vimos dos jovens da geração Y é a falta de conhecimento, cultura e pouca disposição para a arte.

Descobrimos que os inscritos como participantes nos paralelos de entidades assistem os Workshops e dispensam  os demais assim como as palestras no plenário, preferindo o “tour”, fandango, trago e mulher.

Dentro do que pensamos tivemos um depoimento espetacular do diretor da Câmara Brasil Alemanha, Valmor Kerber, no dia 4 último, no auditório da Prefeitura de Gramado no evento preparatório às Edições Extras de 2018 em Berlim, Washington e Nova Dehli. Ele disse: – Acabaram os grandes eventos. Os empresários que investiram em pavilhões para feiras e congressos vão ter espaços ociosos durante o ano e dificilmente sobreviverão.  – A indústria hoteleira e de viagens terão que se adequar às mudanças  que acontecerão ainda nesta década.

As entidades públicas e privadas estão se organizando para terem eventos da categoria sem cobrança de locação e com toda infraestrutura.

As baladas vão cair para a felicidade da sociedade, pois estas  que eram  para divertimento da juventude se tornaram antro de vícios e por isso  estão sendo  olhadas pela Receita e Polícia Federal seguindo as novas leis e instruções normativas, depois da tragédia de Santa Maria e outras no universo.

E concluiu Valmor Kerber com uma séria advertência: “O RS que tem um PIB menor do que SC e deve seguir o exemplo do estado gaúcho-alemão, a união que faz a força entre empresários e políticos sem cor na hora de divulgar os produtos e serviços para o mundo”.

Esclarecemos que o Festival de Gramado (teve tombado somente o Galo), prossegue  no formato que a organização entender com o pagamento de inscrições nas peças profissionais e nos ingressos para o seminário desde uma vez que não contenha política ou religião nos conteúdos pois estes são proibidos por lei e estatutariamente para fins de registro Cartório de Pessoas Jurídicas.

Novidades para 2018 comemoradas em Porto Alegre, 40 anos do Sindicato das Agências de Propaganda RS no dia 25 de outubro no Plaza São Rafael que dá o salão de festas onde ocorreu a posse da primeira do SINAPRO-RS : 3º Congresso Latino-Americano de Publicidade, 6º Fórum Mundial de Comunicação  Social, 2º Prêmio de Reportagens Ambientais em Jornais e Revistas inscritas inscritas por leitores contemplando os mesmos e os jornalistas, 1º Prêmio de Propaganda de Responsabilidade Social de Rádios,Tvs e Digitais e 1º Prêmio Latino-Americano  Nobel do Bem.

E a  do Certificado de Extensão Universitária em Comunicação da FAMECOS/PUCRS que faz parte do currículo de mais de 100 mil acadêmicos brasileiros que passaram pelo Festival Publicidade de  Gramado e continuará como referência nacional em eventos de comunicação pelo Itamaraty e desde 2015  de Cultura e da Arte.

João Firme
Publicitário e Jornalista

CAUSAS E CONCAUSAS DA CORRUPÇÃO NA PROPAGANDA

Já que o assunto da moda é corrupção, mal contra o bem, lembro que na época em que nos tornamos empresários de propaganda detectamos que nas agências de porte os profissionais mais paparicados por fornecedores eram os diretores de produção gráfica, eletrônica e o mídia e nesta eu me metia negociando direto muitas vezes com a presença do cliente e os resultados sempre foram positivos. Perdi algumas empresas porque me negava ao “del credere”, deixando o veículo faturar.

Chegou a um ponto esta vergonha que um troféu que era entregue para painelistas no Festival de Gramado nos idos de 80, foi apelidado jocosamente de TOCO.

Nas concorrências,algumas agências tentavam e tentam reduzir seus direitos na mídia(20%) que os meios de comunicação lhes concede sob o escopo da regis 4.680/65 e  o decreto 57.690/66.

Grandes agências brasileiras que optaram,quebraram,entre elas a Denison que veio do RJ conquistar a conta do Governo do RS e outras sobreviveram às crises adquiridas pelas multinacionais.

Contatos de contas prospectavam clientes prometendo o menor preço, embora não fosse o real, e alguns órgãos públicos embarcavam na sustentação e depois não concluíam seus projetos no prazo projetado porque eram notificados pela empresa da impossibilidade culpando a inflação e o processo terminava no impedimento da agência  participar de licitações por 2 anos.

A ABAP e o SINAPRO-RS se uniram e solicitaram que as suas associadas não participassem de concorrências especulativas com a proposta vexatória de redução do desconto na mídia (20%).

Com o “boom” do crescimento da economia depois do plano real, para a alegria de bons publicitários veio o CENP, para ditar as normas  nas licitações públicas com 80% cobrados pelo veículo e 20% do desconto pela agência.

Na iniciativa privada,  as House Agencies e o Varejo  tornaram-se atrativos e instalou-se o FEE como nova maneira de favorecer o grande anunciante e a tranquilidade da agência no pagamento da sua folha.

E apareceu na década de noventa um bicho papão da liberdade de imprensa, os bureau de mídia, que felizmente não vingou no nosso país porque as entidades de propaganda se uniram com grandes meios de comunicação e correram com os bolseiros, como chamam os argentinos.

Sabemos nessa crise que inúmeros anunciantes querem voltar ao normal, isto é, faturamento oeki preço de mídia negociada o que é ótimo para o crescimento da indústria da comunicação.

E vaticino a vinda de uma Instrução Normativa de declaração contábil que os 20%  da mídia, não serão tributados  no valor do FEE que glosado cairá  na malha fina da RFD, assim como eventos de qualquer espécie,  clubes de serviços, produtoras de filmes e outros que não emitiam NF para fugir do dai  a Cezar o  que é de Cezar.

João Firme
Publicitário e Jornalista

PRESIDENTE DA ALAP ENTREVISTADO NO RIO GRANDE QUE DÁ CERTO

Dia 15 de julho, às 19h15min, Airton Rocha, diretor da Martins+Andrade e presidente da ALAP – Associação Latino-Americana foi entrevistado pelo jornalista Oziris Marins. A contribuição da propaganda no crescimento da economia gaúcha foi a tônica do conhecido programa dos sábados à noite na BAND Porto Alegre.

No link no Youtube da BAND, saiba tudo: